Educação para a Sustentabilidade: os cinco R’s da Casa do Ambiente

Casa do ambienteNo âmbito da Agenda 21 Local de Águeda e do programa Eco-escolas da EB 2,3 de Valongo do Vouga, a Casa do Ambiente da ERSUC deslocou-se à freguesia de Valongo do Vouga, onde permaneceu em exposição de 1 a 3 de maio. Realizaram-se 16 sessões, com um total de 370 alunos participantes e 12 docentes da referida escola.

A Casa do Ambiente é uma estrutura móvel na qual é possível explanar aos visitantes o circuito dos resíduos urbanos potencialmente recicláveis, ensinando-se também a melhor forma de separar estes resíduos e depositá-los nos Ecopontos.

Estas ações têm a finalidade de sensibilizar os cidadãos, particularmente os mais jovens, para a necessidade de aproveitar, reutilizar e reduzir a produção de resíduos sólidos urbanos (RSU), especialmente os recicláveis tais como cartão/papel, embalagens metálicas, de plástico e de vidro. Desta forma procura-se contribuir para a defesa do ambiente, aumento da qualidade de vida, diminuindo substancialmente o confinamento ou destruição irreversível dos resíduos sólidos urbanos. Esta atividade visa ainda o cumprimento dos Compromissos de Águeda com a Sustentabilidade (relembre-os aqui).

As sessões na Casa do Ambiente regressam a Águeda de 18 a 23 de novembro (junto ao edifício Paços do Concelho), podendo inscrever-se desde já através de celia.laranjeira@cm-agueda.pt.

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Moçambique: Presença Aguedense reforça ligações intercontinentais

Imagem1A fim de promover Águeda e o tecido empresarial local, uma comitiva Aguedense participou nas feiras Intercasa e Tektónica Moçambique, desenvolvidas em simultâneo no Centro Internacional de Congressos Joaquim Chissano, em Maputo. Estiveram presentes 15 empresas de Águeda, 12 das quais no stand que a Câmara Municipal de Águeda disponibilizou para promoção dos seus produtos e serviços.

Integradas nesta participação decorreram viagens de negócios a Nampula, à Beira e a várias empresas de portugueses em Maputo, das quais resultaram esclarecimentos sobre como trabalhar no mercado moçambicano, orientando quem pretende alargar os suas exportações.

Entre outros, o stand da Câmara Municipal de Águeda foi visitado por empresários sul africanos, moçambicanos (de várias localidades do país), portugueses radicados em Moçambique e nalguns outros países do sul da África, na perspetiva de auscultarem possíveis parceiras e negócios com as diversas empresas Aguedenses representadas, bem como de alguns emigrantes portugueses.

Percebeu-se a oportunidade que o mercado moçambicano representa em termos empresariais para investidores estrangeiros, dada a sua necessidade de vários serviços e produtos que permitam fazer face ao crescimento acelerado que o país atualmente vive, numa perspetiva de desenvolvimento económico, social e territorial.

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